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Tumores da Glândula Suprarrenal

As glândulas suprarrenais ficam acima de cada rim e produzem hormônios importantes como cortisol, aldosterona, adrenalina e noradrenalina, que ajudam a regular o metabolismo, a pressão arterial e a resposta ao estresse.

Os tumores suprarrenais são crescimentos anormais nessas glândulas e podem ser benignos ou malignos, além de produzirem ou não hormônios. A boa notícia é que a maioria é benigna e assintomática, sendo muitas vezes descoberta por acaso em exames de imagem, chamados incidentalomas.

 

Principais tipos de tumores suprarrenais

  1. Adenoma suprarrenal (benigno)

    • O tumor mais comum.

    • Geralmente não produz hormônios e pode ser apenas acompanhado.

    • Se produzir hormônios, pode causar hipertensão, ganho de peso e fraqueza muscular.

  2. Carcinoma cortical adrenal (maligno)

    • Tumor raro e agressivo, que pode se espalhar para outros órgãos.

    • Pode produzir excesso de hormônios, levando a síndromes hormonais graves.

  3. Feocromocitoma

    • Tumor da medula da suprarrenal que produz adrenalina e noradrenalina em excesso.

    • Pode causar hipertensão grave, palpitações, sudorese intensa, dor de cabeça e ansiedade.

 

Sinais que podem indicar um tumor suprarrenal

  • Aumento da pressão arterial sem causa aparente;

  • Sudorese, palpitações ou ansiedade intensa;

  • Ganho de peso rápido, fraqueza muscular ou alterações hormonais.

Muitas vezes, não há sintomas, e o tumor é detectado por exames de imagem feitos por outros motivos.

 

Como é feito o diagnóstico

  • Exames de imagem: tomografia computadorizada ou ressonância magnética para avaliar tamanho e características do tumor.

  • Exames hormonais e bioquímicos: para verificar se há excesso de hormônios como cortisol, aldosterona ou catecolaminas.

  • Biópsia: geralmente não é indicada, pois pode espalhar células tumorais em casos de câncer.

 

Tratamento

O tratamento depende do tipo do tumor, do tamanho e da produção hormonal:

  • Adenomas pequenos e sem hormônios (<4 cm): acompanhamento com exames periódicos.

  • Tumores maiores ou produtores de hormônios: cirurgia para remoção da glândula afetada.

  • Feocromocitomas: exigem uso de medicação antes da cirurgia para controlar a pressão arterial.

  • Carcinomas suprarrenais: cirurgia é o tratamento principal, podendo ser complementada por medicação ou quimioterapia quando necessário.

 

Cirurgia Robótica: a melhor opção

A cirurgia robótica é atualmente considerada a melhor forma de tratar tumores suprarrenais quando a cirurgia é necessária, trazendo benefícios importantes:

  • Maior precisão, permitindo remover o tumor de forma segura;

  • Menos dor e recuperação mais rápida;

  • Menor tempo de internação;

  • Menor risco de complicações, incluindo sangramento;

  • Controle eficaz da doença, mesmo em tumores complexos.

 


Aqui está uma versão simplificada e orientada para o paciente do texto sobre vasectomia, mantendo informações importantes, mas de forma mais clara e direta:

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